Pesquisadores mostram que é possível gerar energia a partir do chorume

O estudo foi medalha de ouro em torneio internacional de biologia sintética.






O grupo de pesquisa da Unb-Embrapa propõe o uso de microrganismos modificados geneticamente para decompor os compostos tóxicos do chorume e ainda produzir energia elétrica.

A professora Cíntia Marques Coelho, do Instituto de Ciências Biológicas da UnB, que participou da pesquisa, explica que o diferencial do Gilluz está no potencial para usar solucionar dois problemas de âmbito mundial: a biorremediação do chorume descartado, ou seja, o uso de microrganismos para degradar os componentes tóxicos do líquido, e a geração de energia limpa.